Biografia

Nascido em Belo Horizonte, sob o signo de sagitário, com ascendente em leão, Sérgio Ramalho sempre foi fissurado por música desde a mais tenra idade. Reza a lenda que a primeira palavra pronunciada por Sérgio teria sido “búa”, e se referia ao símbolo da Philips impresso nos selos dos antigos vinis. Entretanto, só mais tarde, aos oito anos de idade, começou a estudar violão popular com um professor particular. Depois de um tempo, esse professor sumiu... Aos 10 anos, voltou a estudar regularmente, desta vez, matriculado no curso de violão clássico da Escola de Música da Savassi, ainda em Beagá.

No início da adolescência, mudou-se para Aracaju-SE onde passou a estudar sozinho, por meio das antigas revistinhas de cifras compradas nas bancas, e “tirando as músicas de ouvido”, num repertório variadíssimo. Como todo bom adolescente dos anos 80/90, tentou montar diversas bandas de rock, tendo conseguido como parceiros constantes Sidney Amaral no baixo e Gustavo Guimarães nos teclados, que já trabalhava com programações, novidade absoluta naqueles anos. Na época, Sérgio assumia a guitarra e os vocais, com repertório de covers.

De volta a BH já como estudante do curso de Direito em 1993, conheceu Luis Iannini (o grande Luigi!), com quem sempre conversava sobre discos e bandas, Johnny Guimarães, com quem falava sobre poesia e música, e Renato Villaça, estudante de Comunicação, com quem fazia Jam Sessions violonísticas nas reuniões com amigos. Nessa época começou a compor regularmente, influenciado pelo que lia e ouvia e por com quem convivia, sempre na praia da melhor música brasileira, sem rótulos. Ali também teve início a parceria com Bruno Ramalho, primo, poeta e trompetista (hoje, ginecologista em Brasília), que lhe mandava manuscritos por carta. Sua primeira música gravada - Carioca - foi uma parceria com Carlos Laudares e Gerson Barral, faixa 1 do cd de estreia da banda mineira Onda Rara, em 1996.

Em 1997, Sérgio e Renato oficializaram o dueto e fundaram o Agniduo – uma “banda de dois” que à época quebrou as regras do circuito “voz e violão” de BH, com seus efeitos sonoros e percussivos utilizados nas apresentações.

Incentivado por Gerson Barral, amigo baixista e produtor musical (UN Music), Sérgio preparou repertório e em 1998, enquanto estudava arquitetura na UFMG, gravou seu cd de estréia – Como um Filme Antigo, lançado em 1999. O cd teve boa acolhida pela crítica especializada local, com entrevistas na TV aberta (Globo e Rede Minas) e matérias em jornais de grande circulação, como Estado de Minas e O Tempo.

Após longo hiato, já vivendo em Brasília desde 2005, voltou a compor. A partir de 2009, passou a tocar regularmente com Luis Iannini e Cadu Brisolla, sem saber que ali estava nascendo o embrião do que viria a se tornar a PodSer, banda de PopRock na qual assumiu o contrabaixo a convite dos outros dois integrantes. A parceria dos três rendeu frutos: um álbum gravado em 2011, com dez canções (disponível no youtube e nas plataformas de streaming - ver discografia).

Em 2012, Sérgio saiu da banda para se dedicar a projetos pessoais. Desde então, além de continuar compondo com regularidade, também tem dedicado parte de suas horas a estudar piano em uma escola de música da capital federal.

Quase 20 após o primeiro, 2017 marca a volta de Sérgio Ramalho ao estúdio para gravar Registro – o novo álbum com dez canções inéditas. O álbum já está disponível em todas as plataformas digitais e no YouTube (ver discografia).

www.sergioramalho.com

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© 2017 por Sérgio Ramalho.

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